Adeline Daniele
Técnica em Programação e Desenvolvimento de Sistemas (CEFET/IF-SP). Estudante de Jornalismo - Mackenzie. Estagiária na Digerati Comunicações.
Filmes, séries, Piauí, comida e livros. 
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terça-feira, 30-09-2008 às 19:01 |
976 palavras | 5 Comentários
Pra quem lê um pouco de Info Exame(não que seja ÓÓÓ da informática, é mais uma revista de dicas, mas com matérias boas que servem pra atualizar o nosso patamar) saiu uma entrevista na revista do mês de Setembro, que pelo visto, está um pouco antiga, já que se comenta o lançamento do WP 2.6. Vou por uns trechos aqui, mas pra quem gosta de reportagens do tipo recomendo comprar, apesar de ser cara né…Não é à toa que muitos reclamam que a cultura e o conhecimento ficam no miolo elitista brasileiro.
Enfim, eu to a fim de comprar mais pra pesquisar e ter novidades legais.
Info – Para aqueles(poucos) que ainda não conhecem o WordPress, quais são as ferramentas que o diferenciam de outras plataformas para blogs?
Mullenweg: O WordPress almeja ser invisível. Se formos eficientes, você irá se esquecer completamente de que ele existe e poderá focar no que realmente importa: o conteúdo. Ele foi criado como uma ferramenta para blogs, mas os desenvolvedores perceberam que ele serve também como um CMS e que sua interface funciona bem com inúmeros tipos de usuários.
Desde o surgimento do WordPress, o papel dos blogs como meio de comunicação evoluiu rapidamente. De que forma essa evolução atingiu ou até superou suas expectativas?
A maior surpresa foi justamente quando o WordPress nasceu. O senso comum dizia que os blogs estavam saturados, porém não foi o que aconteceu. Também fiquei admirado com a maneira como a rich media transformou a maneira de blogar nos últimos anos. Afinal, somos uma plataforma de palavras. O nome é WordPress, não PhotoPress ou VideoPress. A palavra escrita ainda é a essência do que fazemos, mas a imaginação das pessoas foi capturada por podcasts, videocasts e fotologs.
Que conselhos você dá para quem tenta ampliar seus blogs no WordPress?
Você precisa de um servidor configurado para prover arquivos estáticos de forma eficiente, talvez com um proxy reverso. É necessário ter um bom banco de dados para lidar com o tamanho de seu conjunto de dados(a maioria dos blogs tem apenas alguns megabytes de dados. E, por fim, chegamos onde o núcleo do WordPress pode ser expandido(servimos mais de 140 milhões de usuários no mês passado). Existem plug-ins que podem diminuir a velocidade do site. Então é preciso ficar bastante alerto à performance após a instalação de um novo plug-in.
Como você eqüilibra a vontade de acrescentar ferramentas com os riscos de segurança que isso implica?
Bem, segurança é sempre uma prioridade em relação a novos desenvolvimentos. É uma postura que deve permear todas as suas atitudes. Não sou desconfiado, por isso no começo era difícil para mim entender como indivíduos com más intenções conseguiam explorar um sistema. Quando um problema legítimo aparece, colocamos a solução para ele nas mãos dos usuários o mais rápido possível. Conforme a popularidade do WordPress foi aumentando, nos tornamos um alvo, e, com o passar do tempo, a natureza das vulnerabilidades ficou menos maliciosa.
O WordPress está indo para o seu quinto ano como aplicativo. No início, foi tomada alguma decisão da qual você se arrepende? No que você gostaria de mexer?
Com certeza toneladas de coisas! Mas sei que é um erro tentar reformar um produto muitas vezes. Alguns até sobrevivem, como Mozilla/Phoenix/Firefox que emergiu das cinzas. Porém, o mais comum é que quando tentam reescrever um programa é sinal de que o declínio está começando. Nossa abordagem tem mais a ver com novas versões. Se comparar a 1.0 com a 2.5, elas são como a noite e o dia, a transformação ocorreu bit por bit. E nos esforçamos para manter o máximo de compatibilidade entre elas.
O WordPress dá suporte a plug-ins – alguns modestos, outros elevam a plataforma a novos patamares. Existe algum favorito?
Os plug-ins dos quais eu gosto acabam sendo integrados ao produto. Os principais plug-ins do meu site são o Akismet e o WordPress.com Stats, ambos da Automattic. Adoraria ver uma ferramenta que permitisse aos leitores de blogs sugerir tags ou categorias, que então seriam moderadas pelo autor. Também seria fantástico se eu pudesse encaminhar o usuário para um diretório local do servidor ou para uma URL onde ele pudesse sugar imagens, como se faz em galerias. Aposto que os dois já existem. Com tantos milhares de plug-ins, às vezes o maior desafio é encontrar o que você procura.
Que novidades devemos esperar do WordPress 2.6 ou 3.0?
As melhores idéias surgem próximas à estréia de uma versão, porque sua mente está no "modo lançamento", então você tem milhares de grandes idéias que poderiam se transformar em…Mas você sabe que não pode porque isso exige um novo ciclo de testes. Tenho uma lista com umas 20 sugestões para a versão 2.6 e sei que os desenvolvedores têm outras. A comunidade também propõe alterações e vota em nossos fóruns. Faremos uma seleção e um novo ciclo vai começar.
Entrevista por Katherine Druckman – Licenciada do Linux Journal – Edição 171.
Dando uma googlada no nome do Matt, encontrei o blog dele, quem estiver a fim de conferir está aqui: ma.tt.
Em breve mais novidades.
Merchã,Reportando
nani lopes, Alice Farias, Lilian Britto, Natalya, Isadude,