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	<title>adelinedaniele &#187; crianças</title>
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		<title>Saga dos Balões</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 23:45:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adeline Daniele</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando eu era criança minha tia tinha uma loja de artigos para festas bem famosa no centro da cidade &#8211; que por sinal devia dar um lucro considerável &#8211; e trabalhava junto com meus pais na montagem e filmagem das festas. Por conta disso, quando chegava da escolinha usando meu invejável uniforme com uma estampa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando eu era criança minha tia tinha uma loja de artigos para festas bem famosa no centro da cidade &#8211; que por sinal devia dar um lucro considerável &#8211; e trabalhava junto com meus pais na montagem e filmagem das festas. Por conta disso, quando chegava da escolinha usando meu invejável uniforme com uma estampa da turma da Mônica voando em um balão vermelho, ficava horas escondida entre as milhares de caixas que ficavam no depósito fuçando os mágicos brinquedos de plástico comprados na 25 de Março.</p>
<p>Coisas que toda criança sobrinha de dona de loja deve saber: é bem fácil arranjar uns quitutes e brinquedinhos de vez em quando, mas tente fazer isso sem que ninguém veja, do contrário, faça como Forrest Gump: corra, e ao fazer isso não deixe cair nada do que conseguiu surrupiar. E fuja também da funcionária da loja &#8211; que aliás é uma nordestina que já foi minha babá &#8211; ela dá um pouco de medo.</p>
<p>Mas todos sabem que quando somos crianças nada tira a inocência e pureza de nossas personalidades, o que faz com que os adultos sempre acabem nos perdoando e ainda nos levando na sorveteria mais próxima. Engano meu! Parece que minha adorável aparência de criança não foi suficiente, e ao crescer, minha penitência foi ajudar minha tia a produzir as festas. Chegando lá, empolgadamente pego os enfeites de mesa e corro para dentro do local, pois onde há mesa, há comida.<br />
Mas ilusão de pré-adolescente é igual de pobre. E em pouco tempo lá estávamos a funcionária &#8211; que é nordestina &#8211; e eu sentadas nos bancos com uma caixa de molde entre as pernas e um compressor de ar ao lado enchendo balões.</p>
<p><img src="http://adelinedaniele.com.br/wp-content/images/balao.jpg" alt="" class="blogimage" style="float: left; width: 50%;" /> E o negócio deu sucesso, pois toda inauguração de escola, almoço beneficente e festas de todo o tipo, lá estavam o compressor de ar, o molde, e minha inigualável cara de sono enchendo os balões cujo pacote com o desenho de um palhaço feliz começava a me irritar. Pior do que isso era voltar pra casa com cheiro de borracha e o pó branco nas roupas que me fazia espirrar e ficar com os olhos vermelhos, quem estava de fora não sabia que o pó era advindo de uma labuta incansável para fazer criancinhas felizes ou enfeitar uma simples porta, e olhavam pra mim como se eu fosse uma cocainómana sem causa. Sem contar as inúmeras vezes em que o balão tinha de voar no fim da festa e os outros ajudantes ficavam engolindo gás hélio pra conversar igual Tico e Teco. </p>
<p>E parece que esses orifícios de borracha me perseguem, numa festa grande de família, lá estavam eles, e como já havia tomado uns copos de vinho, me pus a estoura-los com o garfinho de bolo. E até os dias de hoje, uma vez estava morando em uma república, tive de encher com minha própria boca aquelas bexigas. O que me faz reforçar que nunca, nem por promessa divina, eu me amarraria em dezenas de balões estilo Carl Fredricksen inspirado em um certo padre, me enfiaria mundo afora e sumiria. </p>
<p>Já contei que saí daquela escola com os uniformes invejáveis aos choros de medo de um tal de Bicho Balão? Mas se eu soubesse que poderia fazer parte de um &#034;show&#034; teria me escondido entre as caixas no depósito da loja de minha tia onde brincava.</p>
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		<title>As melhores coisas&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 14:10:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adeline Daniele</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bloguxo]]></category>
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		<description><![CDATA[Todos se espantavam ao ouvir o tempo que ela já vivia conosco: - Dezoito anos?!?!?!&#034;. - É, ela está cega, surda, só não está muda e não rejeita carne nem nas piores dores da velhice. Minha mãe jurara que nunca mais ia querer um desde a morte precoce do Totó &#8211; cão que morreu de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos se espantavam ao ouvir o tempo que ela já vivia conosco:<br />
- Dezoito anos?!?!?!&#034;.<br />
- É, ela está cega, surda, só não está muda e não rejeita carne nem nas piores dores da velhice.</p>
<p>Minha mãe jurara que nunca mais ia querer um desde a morte precoce do Totó &#8211; cão que morreu de uma doença cujo nome não sei, não o conheci.<br />
Mas o negócio aqui em casa funciona diferente, desde criança quando um dos cães que moravam com a gente &#8211; (vindo de rua como sempre) chamado Negão/Pidão, ou qualquer coisa com ão &#8211; faleceu e nos próximos dias aparecia um filhote que invadiu meu quintal e chorava eu simplesmente dei comida e arranjei um cantinho pra ele&#8230;e o coração de mãe, sempre amolece.<br />
Mas com ela foi diferente, porque desde que eu também era um <strong>filhote </strong>meu pai trazia pra casa uma bola amarela a qual mais tarde eu iria fazer todas as travessuras infantis possíveis. Pregadores nas orelhas, bikinis ou agasalhos, amarrar a corda e sair andando de bicicleta, dar rasteiras, brincar de corrida, tudo isso trazia sempre uns joelhos sangrando e umas mordidas na mão. &#8211; <em>Ela era uma cachorra, não um boneco, afinal.</em> &#8211; E eu era humana, não um tapete pra ser arrastada.  <img src="http://adelinedaniele.com.br/wp-includes/images/smilies/blush.gif" alt="blush" class="wp-smiley" /> <br />
A gente sempre tentava ensinar ela a não pegar os passarinhos no quintal, mas como muitos vizinhos já disseram, seu corpo era parecido com cão de corrida, leve e ágil, lá ia ela pegar o bendito pardalzinho sobrevoando sua ração no quintal.<br />
Já minha tia dizia que ela sorria. Porque toda vez que voltávamos de viagem ou ela vinha nos visitar, pelo portãozinho de arames que tinha na casa antiga, ela pulava numa altura considerável e arreganhava os dentes pra fora&#8230;Como se realmente sorrisse, na maior felicidade. Essa atitute já não era muito feliz nos dias de chuva&#8230;Sempre que faltava um tempo pra chover, ela sentia, pelas orelhas, pelos rabos, seja lá onde!  E começava a pular freneticamente na janela até a porta da cozinha ser aberta pra ela se abrigar &#8211; era bem engraçadinho ver a cabecinha dela surgindo na janela, vendo um filme, novela, sei lá&#8230;lá estava ela&#8230;chorando desesperada, cabeça sobe &#8211; desce &#8211; sobe &#8211; desce. Mas aí ela aprendeu que fazendo o mesmo na porta uma hora sua pata ia enroscar na maçaneta e a fuga pra dentro seria feita secretamente, ou melhor, seria secretamente se no momento que ela conseguisse entrar não se enfiasse embaixo da cama tremendo ou pedindo carinho. Era assim com trovões, foguetes, qualquer com que a ameaçasse sem ela saber a origem.<br />
Deixar ela com raiva ou empolgada demais sempre trazia risadas. Toda vez que ela ficava assim agitada pegava o primeiro tapete de porta e sacodia ele batendo as pontas no chão, nunca mais vi um cão fazer isso&#8230;E eu adorava, puxando uma ponta parecia a brincadeira do cabo-de-guerra, ela puxava de um lado rosnando divertida, e eu do outro, até a mandíbula de uma das duas cansar&#8230;O que a gente não faz aos cinco anos né?  <img src="http://adelinedaniele.com.br/wp-includes/images/smilies/spin.gif" alt="spin" class="wp-smiley" />  Ainda por cima, depois de brincar o dia inteiro&#8230;Ela se deitava de lado e eu com a cabeça em cima da barriga dela dormia. E ela nem aí, dormia também.<br />
O verdadeiro sufoco aconteceu quando uma bactéria se infiltrou nela&#8230;formava umas bolotas bem feias, e ela teve de fazer cirurgias. Além disso, minha rua era bem tranquila e os vizinhos bem conhecidos, virava e mexia, era só deixar o portão sem enroscar, ela o puxava com aquela patinha fina e literalmente voava pra carniça, nessas horas não adianta chamar, lá ia ela mijando em toda plantinha, o cômico era ver como ela era nojentinha, mijava de pernas levantadas, pro xixi não encostar nela, igual macho faz! Fora que pra pegar comida da nossa mão era maior delicadeza, e quando dávamos arroz e carne, ela ia comendo com aquela cara engruvinhada pegando com a ponta da língua as carnes e deixando puro arroz&#8230;Enfim! Voltando às ruas, lá ia ela toda feliz mijando em tudo até aparecer uma cadela maior e as duas se pegarem lá mesmo. Isso era foda, porque quanto mais eu gritava com as duas mais elas se pegavam, eu chorando desesperada xingando a filha da puta da cadela até a última geração. Uma dessas brigas deixou uma cicatriz enorme no seu &#034;braço&#034; esquerdo.<br />
Ela só teve direito a três crias até meus pais levarem-na pra castrar &#8211; coisa bem estranha, afinal, depois com outro cachorro era ela quem queria subir nele &#8211; eu lembro que quando minha mãe ia lavar os quintais da frente, lá iam eu de bicicleta cambaleando, ela, e mais uns 6 cachorrinhos latindo e se embolotando pra chegar primeiro&#8230;Foi assim até minha mãe dar muitos deles e sobrar um que era da vizinhança e se chamava Piloto. Ele nada tinha a ver com a mãe&#8230;Ela era loira, ele branco de manchas marrons. Algumas vezes ele saía da casa do dono, que por sinal, morreu depois dele, e vinha pra casa filar bóia da mãe, bem coisa de homem, não acham? E foi numa das brincadeiras de corrida com ele que quase parti meu joelho ao meio, eu e ele nos trombamos feio no corredor uma vez, bati na quina do contra-piso, bemloco! Eu lembro que nesse dia uma amiga estava em casa e disse: &#034;- Não é a toa que o nome dele é Piloto!&#034;. Soou hilário pra mim naquele dia.<br />
E o melhor de tudo é o quanto eu sabia que éramos nós duas e ela protegia a família inteira. Podia ser meu próprio pai, se me pegasse e me balançasse no ar ela vinha pra cima dele pulando e latindo até ele soltar. Se era desconhecido ela ameaçava morder.<br />
Deu dó quando ela ficou com ciúme daquele cachorrinho que eu falei que apareceu no meu quintal. Certa vez eu peguei uma caixa pequena pra ele dormir&#8230;Não é que ela tentou caber naquilo?! E queria dormir lá também. Eu tive de arranjar outra caminha digna pra ela também. Ela sempre demorava pra se acostumar com um novo cão&#8230;Foram dois na verdade, Sultão &#8211; que sumiu do mapa, penso até hoje que me roubaram ele, por ser muito amável com crianças além de grande, e lindo &#8211; e a atual Meg &#8211; que nunca saiu de casa, ela é alegre demais pra ser treinada.<br />
Como todo cão, ela foi ficando velha, sua idade era a mesma que a minha, pois a pegamos quando eu tinha um ano de idade. Aos 16 anos já estava ficando cega e só escutava o que queria, porque quando se tratava de comida ela vinha mesmo assim. Era de cortar o coração quando começaram as dores da velhice&#8230;Ela travava, não conseguia deitar direito, eu ficava a noite inteira fazendo carinho e tentando aliviar a dor dando um remédio no meio do presunto&#8230;Ah! Não comentei? Ela era impossível pra tomar remédios. Começou a ficar difícil até pra viajar, pois ela poderia cair sozinha e se machucar, igual gente de idade mesmo, levamos-na uma vez na viagem de natal &#8211; ano novo, até que deu certo. Nas outras vezes alguém vinha tratar dela e da Meg.<br />
Vivia chorando em casa, mesmo quando não tinha dor, eu penso. Ás vezes mal dava pra escutar, só aquele fiozinho de sofrimento, que ninguém mais sabia o que podia ser ao certo. Mas tinham dias que eram impossíveis e aí começamos a levá-la ao veterinário e dar remédios especiais.<br />
Ano passado já ficou bem clara a minha desanimação em viajar, viajar pra mim é um saco as vezes, odeio fazer e desfazer malas&#8230;Odeio ir pra algum lugar onde não há nada pra se fazer.<br />
Chegando de viagem, no dia 4, sem tempo pra pensar em nada tudo que vi quando cheguei foi a coitada deitada quase imóvel chorando, berrando. Mais tarde meus pais trariam uma carne pedigree, e remédios.<br />
Minha mãe passou uma noite em claro tentando dar remédios pra aliviar a dor, deram soro, leite&#8230;e tudo ela vomitava. Eu passei quase uma noite em claro, tentei dar leite, ela rejeitava carne e isso não era bom sinal. Quando eu ia lá aonde ela estava, fazia carinho, ela até sossegava, dormia um pouco, mas era só sair, passava um tempo ela voltava a chorar. Eu também chorava.<br />
Na manhã seguinte era meu pai quem a levaria pro veterinário e mais tarde diria que mesmo sedada e tomando soro, nada melhorava. Na madrugada que ela ia passar lá, parecia que eu sabia que ela ainda estava mal, é psicológico, mas o choro dela não saía da cabeça. Assistindo A grande família, tentando dormir a TV quase sai do ar, coisa que nunca acontece. Eu chorei quase a noite inteira, e de manhã não foi surpresa saber o que havia acontecido.</p>
<p>Foi ano passado mesmo que eu descobri o porquê de seu nome. Foi porque na casa aonde eu morava, eu era amiga do neto do dono, Renato. E pelo que eu entendi eu chamava a cachorra de Tato, tentando chamar de Renato  <img src="http://adelinedaniele.com.br/wp-includes/images/smilies/blank.gif" alt="blank" class="wp-smiley" />  E aí resolveram chamá-la de Tati. E eu aposto comigo que ela, de fato, sorria.  <img src="http://adelinedaniele.com.br/wp-includes/images/smilies/sad.gif" alt="sad" class="wp-smiley" /> </p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://adelinedaniele.com.br/wp-content/images/tati.jpg" class="blogimage" alt="AMOR" /></p>
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		<title>Imagem&amp;Ação</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 15:52:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adeline Daniele</dc:creator>
				<category><![CDATA[Enchendo o Saco]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
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		<description><![CDATA[Já faz um tempo eu me lembro, eu li na caixa que o jogo era recomendado pra crianças maiores de dez anos, e era essa a idéia já que algumas palavras não eram fáceis de entender. E foi aí que eu concluí que colocar crianças para jogar este jogo me traria uma porção de risadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://adelinedaniele.com.br/wp-content/images/iea.gif" align="left" class="blogimage"> Já faz um tempo eu me lembro, eu li na caixa que o jogo era recomendado pra crianças maiores de dez anos, e era essa a idéia já que algumas palavras não eram fáceis de entender. E foi aí que eu concluí que colocar crianças para jogar este jogo me traria uma porção de risadas que fariam meu bico trincar.</p>
<p>A seqüência dos fatos é a seguinte:</p>
<p>O pino se encontra na casa onde todos os times devem adivinhar a mímica;</p>
<p>O dado rola, cai na letra <strong>A</strong>, o que significa que a categoria da mímica é <em>Ação</em>;</p>
<p>Ele olha encafifado, sai andando com o cartão na mão pra bem longe do grupo a fim de fazer ceninha de inteligente;</p>
<p><em>Como raios vou fazer isso?</em> &#8211; ele pensa. Vira o cartão, desvira, lê, lê&#8230;e lê;</p>
<p>Finalmente vira a ampulheta e começa a fazer a incrível, inimaginável cena de correr em círculos;</p>
<p>E o ring começa, a multidão berrando, levanta, fala todo tipo de coisa que tenha a ver com circular, correr, andar, chegou ao ponto de tentarem algo parecido com ter ataques nervosos. Mas não deu certo.</p>
<p>Acaba o tempo na ampulheta, todos muito desapontados perguntam para o infeliz, <em>que porra é essa?</em></p>
<p>E aí ele mostra o cartão escrito: &#034;Dar a volta&#034;.</p>
<p>Não que não tenha nada a ver, eu elogiaria que ele tenha conseguido ficar um minuto correndo em círculos, e também admiraria caso ele tropeçasse, caísse de boca e voltasse a correr para o outro lado. Talvez isso ajudasse.</p>
<p><strong>Aviso:</strong> Esse jogo pode ser perigoso. Chega uma hora em que você quer tanto adivinhar o que é, que começa a correr atrás do condenado gritando as palavras.</p>
<p style="text-align: center;">_____________</p>
<p style="text-align: justify;">Ah! Coloquei Ads aqui, clica aí galerinha do bem! ^^ Prometo dividir cada centavo. [balela]</p>
<p style="text-align: justify;">Meu flickr? <a title="Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/adeline-daniele/" target="_blank">Esse</a>! Nele se encontram fotos da reforma e outras coisas inúteis que eu não sei porque posto.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em>Beijonãomeligaquetonaaula</em>.</p>
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