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	<title>adelinedaniele &#187; trem</title>
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		<title>Num meio dia de fim de primavera</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 18:56:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adeline Daniele</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
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		<category><![CDATA[clarice lispector amor]]></category>
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		<description><![CDATA[Vergonha na cara faz bem, e eu só vou tomar quando ficar de férias. Espero que exista vida social além da faculdade, e que também sobreviva a esta semana que virá. Até já! Cansada logo de dia, a bolsa pesada incomodava no ombro. Subo no trem que com muita sorte está vazio e consigo me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Vergonha na cara faz bem, e eu só vou tomar quando ficar de férias. Espero que exista vida social além da faculdade, e que também sobreviva a esta semana que virá. Até já!  <img src="http://adelinedaniele.com.br/wp-includes/images/smilies/oculos.gif" alt="oculos" class="wp-smiley" /> 
</p></blockquote>
<p>Cansada logo de dia, a bolsa pesada incomodava no ombro. Subo no trem que com muita sorte está vazio e consigo me sentar para descansar a mochila e pegar algo dobrável para me abanar.<br />
Enquanto espero as quatro estações para seguir meu caminho até outro metrô e de lá passar mais um tempinho &#8211; se mais uma vez tiver sorte, sentada &#8211; fico observando um sem número de pessoas, olhando para o nada, mexendo no celular, arrumando o cabelo, ou vendendo chicles.<br />
Na primeira estação poucas pessoas entram, dentre elas uma senhora bem velhinha, que logo se sentou no seu assento preferencial. Fico imaginando como pessoas tão velhas pegam esses trens, sujos, que muitas vezes andam cheios e ninguém nunca cede lugar. <em>Ora, mas não é porque são velhos que não podem sair por aí se aventurando</em> &#8211; penso. Também imagino como seria se minha avó pegasse trem, delicada e frágil como é, mas na confusão para entrar certamente iria rir muito, isso se não tivesse um infarto fulminante ali mesmo, na porta. Mas isso nem ela e nem eu podemos pensar, pois ela tem medo de morrer, e eu temo perdê-la.<br />
O alarme para que as portas fechem toca, e quem não consegue entrar espera o próximo. Um homem bêbado em um dos bancos ao lado discursa efusivamente sobre os problemas políticos no Brasil, ao passo que seu recém-conhecido colega de banco balança a cabeça com obediência, afinal, não é sensato contestar pessoas que bebem além da conta em dia de semana em plena luz do dia.<br />
	Os vagões seguem com o mesmo ânimo dos passageiros, a morbidez e o calor tomam o ambiente, e cada um olha pela paisagem que passa rapidamente nas janelas entreabertas, ansiando para que as paredes dos prédios e o mato parassem de simplesmente passar e chegassem logo a seu destino. A segunda estação chega, é a mais próxima entre as outras que virão. Ninguém desce, uma pessoa sobe, e o alarme anuncia a partida para a trajetória a cumprir. As pessoas normalmente descem na penúltima estação, algumas ficam para a última, e receio que estas tenham de enfrentar algo muito pior.<br />
	Mal havia visto duas garotas nos bancos logo à frente, de costas para mim. Vejo como o cabelo de uma fora pintado com a cor roxa, e o da amiga louro claro. Como é que não as vi antes? Elas estão rindo sem parar, e eu só descubro que as percebi porque estavam falando sobre o bêbado perto de mim. Pelo que entendo, elas acham engraçado o homem mal conseguir pronunciar as palavras, e o imitam, sem disfarçar. Minha mãe teria me dado três tapas na boca e um sossega leão se eu fizesse esse tipo de coisa.<br />
<em>- O zê o zê zabi qui ta aqui ó, o dia da eleçãopápresdente! Tássim bracontecê ó! Ieuvotu! euvotu neli purque é bom presdente! Né nóminina?</em><br />
	Paro de olhar as garotas, e pra minha surpresa ou tristeza a menina era eu. As pessoas lançam um olhar engraçado quando veem esse tipo de situação, uma moça com roupas de ginástica assiste a tudo como se eu fosse realmente responder algo digno. Só uma pessoa não olha, a senhora, que fica de cabeça baixa. Concordo imediatamente com o moribundo e viro-me depressa para olhar os prédios por trás dos muros que cerceiam os trilhos do trem.<br />
	Chego à terceira estação e me dou conta de que as risadas cessaram, nos bancos mais à frente jaziam duas meninas que partiam para as ruas além daqueles muros. O ar seco faz minhas narinas arderem, e só então me lembro que esqueci o remédio.<br />
Fico irritada com a mulher estranha e pensativa com um saco de tricô que agora tenta passar por cima de minha cabeça para colocar a cabeça na janela. O que é muito estranho, pois já não estava mais calor. Porém ela estava mesmo era a observar algo lá fora, provavelmente uma pessoa, e fazia isso sem discrição.<br />
	A moça, distraída que estava, não percebeu que o trem ia deslanchar, o que fez com que ela sentasse num solavanco e derrubasse sua sacola com ovos. Absurdo, pois nesse mesmo dia eu já havia visto uma garota deixar um pastel de feira na calçada, que dirá a galinha que botou esses ovos? Desperdício de comida.<br />
	<img src="http://adelinedaniele.com.br/wp-content/images/barrafunda.jpg" alt="" class="blogimage" style="float:left;" /> É hora de me preparar para descer, são mais cinco minutos até a próxima estação, porém essa viagem é o que mais me intriga. O bêbado ronca ao lado do seu colega, um casal está sentado aonde sentavam as duas meninas tagarelas e fazem totalmente o contrário de rir, brigam, e eu presumo que seja porque o rapaz deu uma olhada não muito inocente na moça com roupa de ginástica. A moça com o saco de tricô sujo de ovo agora está com cara de quem viu um fantasma. Só uma pessoa não se mexeu, a que estava sentada com a bolsa no colo e sentindo frio. Eu.<br />
	Finalmente a quarta estação, a minha última, e a penúltima para os que ficam. Com satisfação me levanto e guardo um casaco recém-tirado de volta na bolsa. Não faz mais calor, não faz frio. As pessoas se aglomeram na porta e se seguram. As portas abrem num movimento de liberdade, uma escada rolante me espera. O ar teria um cheiro muito mais agradável se os trilhos não cheirassem a ferro queimado.<br />
	A maioria desce, e eu continuo com dó de quem descerá na próxima. A velhinha se apóia no corrimão. O bêbado ainda ronca e acredito que alguém terá de acordá-lo, pena que não será seu colega de conversas.<br />
Mas até que uma coisa faz sentido: pessoas idosas não saem para se aventurar, mas sim para ir ao médico, na 25 de Março, ou para encontrar algum colega, também idoso, no bairro dos poodles brancos. Isso lembra que minha avó, uma hora dessas, faz comida e matraqueia com a empregada.<br />
	Quando lanço um olhar rapidamente ao trem parado, a moça com o saco de tricô se levanta abruptamente do assento em que estava e corre para a escada rolante. Subimos muito perto, me encolhi para que a sujeira dos ovos quebrados não respingasse em mim. Talvez eu não queira saber o que ela viu, me importo com coisas importantes.<br />
	A escada chega ao fim, e todos seguem um rumo diferente.</p>
<p><span>Nota de rodapé: Texto inspirado em <a href="http://www.releituras.com/clispector_menu.asp">Clarice Lispector &#8211; Amor</a> e <a href="http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/fernando-pessoa/num-meio-de-fim-de-primavera.php">Fernando Pessoa &#8211; Num meio dia de fim de primavera</a></span></p>
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		<title>Caiçara caipira pegando CPTM e EMTU</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 02:54:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adeline Daniele</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bloguxo]]></category>
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		<description><![CDATA[Pra começo de conversa, as pessoas já te apresentam o veículo dizendo: - Ahh metrô ainda vai, mas trem&#8230; Tá, o trem é mais devagar, e aí? - Bom, aí tem o Itapevi&#8230; Primeira vez que andei de trem foi esse ano mesmo, junto com meu primo pra atravessar São Paulo. Ok, pegando trem às [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pra começo de conversa, as pessoas já te apresentam o veículo dizendo:<br />
- Ahh metrô ainda vai, mas trem&#8230;</p>
<p>Tá, o trem é mais devagar, e aí?<br />
- Bom, aí tem o Itapevi&#8230;</p>
<p>Primeira vez que andei de trem foi esse ano mesmo, junto com meu primo pra atravessar São Paulo. Ok, pegando trem às três da tarde pra Julio Prestes, sem problemas. Até que me chega na <em>freaking </em>Linha Vermelha do metrô, plena Barra Funda, uma mistura de cheiros incomparáveis, era pão de queijo e frutas, ou minipizza com aqueles doces fedidinhos.<br />
E é na Barra Funda que você vai encontrar todo tipo de gente possível, é negada correndo pra pegar trem, é velharada indo pra estação da Luz, é mulherada indo pro centro e é vendedor ambulante baldiando o dia inteiro.</p>
<p>Chegando na plataforma pra esperar o Metrô B.Funda &#8211; Itaquera, meu primo logo avisa: &#034;Ó, fica aqui ó (quase me jogando no trilho). Aí eu feliz da vida, pensei &#034;não tem ninguém aqui, então de boa&#034;. Faltando uns 30seg pro metrô chegar, eu olhava pra trás era uma mistura de raças do @#$@#$ ali, não dá nem pra definir classe social.<br />
E aí, eu to lá, arrumadinha, paradinha atrás da maldita linha amarela, quando escuto o barulho do dito cujo chegando. Meu, que putaria que era aquela, parecia criança esperando dar o sinal do recreio, foi um vuco vuco dos infernos, eu que tava lá na frente hora que percebi já tava maior furdunço de gente na minha frente.<br />
Quando aquela porta abriu eu acreditei na visão do inferno que Caco Antibis descrevia. Era um empurra-empurra danado, você não sabe se ri ou se chora&#8230;E não adianta achar que porque é menina ninguém vai empurrar, tinha até senhorinha de idade dando cotovelada pra tudo que é lado. Quando a porta fechou tinha nego até no teto, olhei pra trás já vi meu primo trincando o bico.</p>
<p>Visitinha no centro, <em>Consolation</em> tranquila, comi lanchinho, fiz xixi no Copan(subi as escadas da padoca e saí sem comprar nada), entreguei meus documentos e viemos embora.<br />
Pulando um tempinho aí na história, parte de mudanças, adaptação, etc, e lá estou eu pegando trem pra ir pro metrô, pra descer e andar até a faculdade. O bom é que naquele horário, na Santa Cecília, não tem tanto movimento.</p>
<p>Mas, guriazada, quem gosta de um chamego tem que pegar o Itapevi das 18:05h. Aquela campainha que toca quando vai fechar a porta deve ser a mesma usada pra tirar pecador do purgatório. Tiveram vários dias que eu tive que esperar o próximo, porque naquele já tinha entalado umas cinco bundas. Isso quando não fica um Hulk da vida segurando a porta tremendo a cara pras marajá entrar.<br />
Ou então, tem a parte que você entra no trem involuntariamente varando até a outra porta, eles, terroristas que são, conseguem te levantar do chão. O desespero é tanto, que se bobear o outro larga o filho na plataforma e entra junto com a cambada.<br />
Já vi muitas pessoas com as amigas na estação, ficarem sozinhas, a outra lá dentro rachando o bico dando tchau pra retardatária, e ela falando: &#8211; Aii, ela foi eu fiqueii. hãhãhã.</p>
<p>Meu primo também me contou, que certa vez neste mesmo trem teve o maior barraco. Uma moça descendo as tigelas num velho, SÓ palavrão da Barra Funda até Osasco. Eu já vi barraco em escada rolante, nem me pergunte porque também não sei como diabos alguém arranja briga em escada rolante.</p>
<p>Tirando a lotação, ou melhor, o chamego apimentado dos trens paulistas, já caí umas duas vezes no metrô; pelo menos foi por uma boa causa, eu estava dando lugar pros velhinhos. Da primeira vez eu acho que o ancião nem ia aceitar, só que quando eu levantei o metrô também acelerou, daí voei pra cima de outro cara&#8230;quando me recompus, pedi pro velho sentar, este que deve ter ficado sem jeito sentou mesmo. Da outra vez entraram duas maricotas vindas da Armênia, aí eu levantei pra uma, e a outra moça que tava do meu lado também levantou, a tia me agradeceu tanto que eu tava quase pedindo dinheiro em troca. Rárárá. Depois o metrô acelerou e lá voei eu. Também! Os caras parecem que estão transportando batatas.
</p>
<p>Metrô todo mundo sabe que vem de 2 em 2 minutos. Já o chamego-trem só passa de 10 em 10 minutos, o que torna monótono para pessoas sem-criatividade. Durante a longa espera pelo seu destino, você pode:<br />
a) escutar conversa alheia;<br />
b) comer biscoitinho amanteigado limpinho, limpinho!; e<br />
c) assistir os ratinhos do trilho;</p>
<p>Eu sempre opto por escutar conversa alheia e assistir aos ratinhos, são muitos, e são pequenininhos, não param um minuto. Uma vez escutei até chegar em Osasco o drama de uma tia separada com uma sogra má(por que eu não me surpreendo? <img src="http://adelinedaniele.com.br/wp-includes/images/smilies/pensativo.gif" alt="pensativo" class="wp-smiley" /> ), ela dizia que uma vez acabou a energia na casa dela, e a véia mandou ela e o neném se virarem, vê se pode!
</p>
<p>Bom, é mais ou menos isso que alguém que pega trem em São Paulo vive. Imagine pedreiros, imagine crianças, imagine cheetos. Já disseram que nos trens a média é de nove pessoas por m².  <img src="http://adelinedaniele.com.br/wp-includes/images/smilies/olheiras.gif" alt="olheiras" class="wp-smiley" /> <br />
Ainda bem que não passo mais por isso, moro mais perto da facul.
</p>
<p>E enquanto eu faço trabalho divirtam-se achando o Wally versão Barra Funda Power Pico Hour:</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://adelinedaniele.com.br/wp-content/images/bfunda.jpg" class="blogimage" alt="" /></p>
<p>Até!  <img src="http://adelinedaniele.com.br/wp-includes/images/smilies/pensativo.gif" alt="pensativo" class="wp-smiley" />  <img src="http://adelinedaniele.com.br/wp-includes/images/smilies/sono.gif" alt="sono" class="wp-smiley" /> </p>
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		<title>Vidão</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 00:29:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adeline Daniele</dc:creator>
				<category><![CDATA[Enchendo o Saco]]></category>
		<category><![CDATA[Lero Lero]]></category>
		<category><![CDATA[blogando]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade]]></category>
		<category><![CDATA[hipocrisia]]></category>
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		<category><![CDATA[política]]></category>
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		<description><![CDATA[Virei uma paulistana dentro de apartamento num frio do caralho fazendo trabalho de faculdade. Lembrei hoje dos vendedores ambulantes de trem, que eram super engraçados. Certa vez um carinha me entra no Julio Prestes &#8211; Itapevi, gritando: - Balinha FRIGÉUS por somente CINQUENTA centavos, se você levá duas é UM REÁU! (eu também não entendi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Virei uma paulistana dentro de apartamento num frio do caralho fazendo trabalho de faculdade.</p>
<p>Lembrei hoje dos vendedores ambulantes de trem, que eram super engraçados. Certa vez um carinha me entra no Julio Prestes &#8211; Itapevi, gritando:<br />
- Balinha FRIGÉUS por somente CINQUENTA centavos, se você levá duas é UM REÁU! (eu também não entendi a lógica dele)</p>
<p>Aí se não me engano alguém chamou ele lá pra comprar, e ele falando:<br />
- Balinha frigéus, são balinhas em formatu di coração, você coloca na boca e já sente aquele ardorziinho entranonuseupumão.</p>
<p>Quando já estava lá do outro lado do trem, o cara me vira:<br />
- Alguém mais aí do fundo vai querê? Quem quisé dá um gritinho aí que e vô, dá um gritin que eu vô!</p>
<p>Nessa hora todo mundo já tava trincando o bico de rir né.<br />
O engraçado nesses vendedores é o jeito que eles entram no trem, fingindo ser alguém normal. Daí eles entram, olham pros dois lados, tiram um braço da mochila e começam a berrar, chega a assustar! kkkk  <img src="http://adelinedaniele.com.br/wp-includes/images/smilies/yes.gif" alt="yes" class="wp-smiley" /> </p>
<p><strong>Comentários à parte</strong></p>
<p>Parece que eu posso passar meses sem postar, mas sempre quando eu volto vejo as mesmas coisas.<br />
Se não são aneizinhos de Jonas Brothers são fotos, vídeos, poemas praquele livro Crepúsculo que já me encheu o saco aquela melação toda. Parece que é só alguma coisa fazer sucesso que todo mundo quer estar no meio daquele furdunço de comunidades baixando todas as fotos possíveis daquele cara de cara reta, com todo o perdão da palavra: mas que falta de <del datetime="2009-06-04T22:21:24+00:00">pica</del> namorado, ein meninada!  <img src="http://adelinedaniele.com.br/wp-includes/images/smilies/desconfiado.gif" alt="desconfiado" class="wp-smiley" />  Tá cheio de macho aí na rua, existe mundo além da internet, é brincadeira, viu.<br />
Isso sem falar na putaria que vira quando neguinho fala que não gosta do livro, um blog que ninguém nunca viu passa a ser popular por causa de uma crítica, e BOMBARDEADO de xingamentos e choramingamentos idiotas de gente sem um pingo de bom senso que acha que todo mundo tem que gostar da mesma coisa.<br />
Daí cai um avião perto de Fernando de Noronha, metade do post ou falando mal do governo ou fazendo ceninha solidária&#8230;parece que notícia só existe quando tem plantão da Globo.<br />
<img src="http://adelinedaniele.com.br/wp-content/images/serraecio.jpg" style="float:right;" class="blogimage" alt="" /> Daí me aparecem quinhentos editoriais especulando sobre as causas da queda, maior hipocrisia da sociedade, como se ninguém soubesse que tem ônibus cheio de trabalhador que pega fogo quase todo dia.<br />
Pra mim é tudo boicote, e não se fala mais nisso.</p>
<p>Pra fechar com chave de ouro, li uma notícia na Folha de S. Paulo que dizia que os pré-candidatos a presidência em 2010, Serra e Aécio, estavam viajando pelo país pra falar mal do governo Lula. Mas que falta do que fazer, hein <em>governadores</em>?  <img src="http://adelinedaniele.com.br/wp-includes/images/smilies/thinking.gif" alt="thinking" class="wp-smiley" />  </p>
<p>Depois coloco mais vídeos da Nova Ortografia, até mais!  <img src="http://adelinedaniele.com.br/wp-includes/images/smilies/apaixonado.gif" alt="apaixonado" class="wp-smiley" />  </p>
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